quinta-feira, 17 de setembro de 2009

“A alegria da fé e a educação das novas gerações”

5 julho 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

Há alguns dias, na Basílica de São João de Latrão, catedral de Roma, Bento XVI falou sobre o tema: “A alegria da fé e a educação das novas gerações”.

14 de junho de 2006 

Vatican Information Service

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Em sua reflexão, o Papa afirmou que “educar as novas gerações na fé é uma grande e fundamental tarefa, a que toda a comunidade cristã está chamada”, e que, por ser “especialmente difícil, é mais urgente do que nunca”.
“A certeza e a alegria de nos sabermos amados por Deus devem ser palpáveis e concretas para cada um de nós, sobretudo para as novas gerações que estão entrando no mundo da fé”.
O Santo Padre referiu-se à importância de que as novas gerações experimentem que a Igreja “é como um grupo de amigos no qual pode-se confiar realmente, que está próximo de nós em todos os momentos e circunstâncias da vida, (…) que jamais nos abandonará, nem sequer na hora da morte, porque leva consigo a promessa da eternidade”.
Os jovens e os adolescentes, continuou, “devem ser libertados do preconceito que se está difundindo de que o cristianismo, com os seus mandamentos e as suas proibições, põe muitos obstáculos à alegria do amor; de modo particular, impede que o homem e a mulher gozem com plenitude daquela felicidade que encontram no amor recíproco. (…) Os dez mandamentos não são um conjunto de “nãos”, mas um grande “sim” ao amor e à vida. O amor humano precisa ser purificado, amadurecer e ir mais além de si mesmo: somente assim pode ser totalmente humano e tornar-se o começo de uma alegria duradoura e verdadeira, para responder à exigência de eternidade que leva dentro de si, à qual não pode renunciar sem trair-se. Esse é o motivo substancial pelo qual o amor entre o homem e a mulher realiza-se plenamente somente no matrimônio”.
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Bento XVI sublinhou que o tema da verdade “deve ocupar um espaço central”. Com a fé, disse, “acolhemos e aceitamos aquela Verdade que a nossa mente não pode compreender totalmente e não pode possuir, (…) e permite-nos alcançar o Mistério em que estamos imersos e encontrar em Deus o sentido definitivo da nossa existência”.
Outra dimensão da fé, continuou o Papa, “é a de confiar numa pessoa: não em qualquer pessoa, mas em Jesus Cristo”, que “preenche o nosso coração, dilata-o e enche-o de alegria, impulsiona a nossa inteligência para horizontes inexplorados, oferece à nossa liberdade seu ponto de referência decisivo, libertando-a das angústias do egoísmo e fazendo-a capaz do autêntico amor”.
Mais tarde, fazendo referência ao progresso da ciência, o Papa disse que “freqüentemente apresenta-se em contraposição às afirmações da fé, provocando confusão e tornando mais difícil que a verdade cristã seja acolhida”. Nesse sentido, assinalou que, “o diálogo entre a fé a razão, quando é feito com sinceridade e rigor, oferece a possibilidade de perceber de forma eficaz e convincente o caráter racional da fé em Deus – não em qualquer Deus, mas no Deus que foi revelado por Jesus Cristo – e, além do mais, mostra que em Jesus Cristo encontra-se o cumprimento de todas as autênticas aspirações humanas”.
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Depois de ressaltar que, além da experiência da fé, “existe um espaço privilegiado em que se realiza esse encontro de forma direta (…): a oração”, o Papa pediu a toda a Igreja de Roma, particularmente às almas consagradas, que sejam “assíduas na oração” e que adorem “a Cristo vivo na Eucaristia, enamorando-se cada vez mais d’Ele, que é o nosso irmão e amigo verdadeiro, o Esposo da Igreja, o Deus fiel e misericordioso que nos amou primeiro. Dessa maneira, os jovens estarão preparados e disponíveis para acolher o seu chamado, se os quiser totalmente para Ele, no sacerdócio ou na vida consagrada”.
“Na medida em que nos alimentamos de Cristo e nos enamoramos d'Ele – finalizou -, sentiremos o estímulo de levá-Lo a outros: a alegria da fé não a podemos guardar só para nós, mas devemos transmiti-la. Isso é especialmente necessário e urgente perante o esquecimento tão estranho que hoje há de Deus, em tantas e tão amplas partes do mundo, e de certa forma também aqui em Roma.
Fonte: Opus Dei
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Diário Espiritual

Jo 1, 29 – 34:

“Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”

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Is 52, 13 – 53, 12:

Olhai! O meu servo será bem sucedido, subirá, será exaltado e elevado bem alto. Assim como muitos se sentiram horrorizados à vista dele, - tão desfigurado ele estava que já não parecia homem, e seu aspecto já não era o de um ser humano – do mesmo modo muitos povos se admiram, diante dele os reis ficam mudos; pois vêem o que jamais lhes foi contado, e contemplam algo inaudito.

Quem deu crédito ao que nos era anunciado, e a quem foi revelado o braço do SENHOR? Ele crescia na sua presença como um broto, como raiz em terra seca: Não tinha beleza nem formosura que atraísse os nossos olhares, não tinha boa aparência para que desejássemos vê-lo. Era desprezado, era o refugo da humanidade, homem das dores e habituado à enfermidade; era como pessoa de quem se desvia o rosto, tão desprezível que não fizemos caso dele.

No entanto, foi ele que carregou as nossas enfermidades e tomou sobre si as nossas dores. E nós o considerávamos como alguém castigado, ferido por Deus e humilhado. Mas ele transpassado por causa das nossas rebeldias, esmagado por causa de nossos crimes; caiu sobre ele o castigo que nos salva, e suas feridas nos curaram. Todos nós andávamos extraviados como ovelhas, cada um seguia o seu próprio caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele os crimes de todos nós . Maltratado, ele se humilhava e não abria a boca; como cordeiro conduzido ao matadouro e como ovelha muda diante dos tosquiadores não abria a boca. Foi eliminado por um julgamento violento, e quem se preocupou com sua sorte? De fato foi exterminado da terra dos vivos, por causa da rebeldia de seu povo é que foi ferido. Deram-lhe sepultura em meio aos ímpios, e seu túmulo está com os ricos, embora não tivesse praticado violência nem houvesse falsidade em sua boca. Mas o SENHOR quis esmagá-lo com a doença: se fizeres de sua vida um sacrifício expiatório, ele verá sua descendência, prolongará seus dias, e a causa do SENHOR triunfará graças a ele. Depois dos profundos sofrimentos, ele verá a luz, ficará satisfeito; por seu conhecimento, justo, meu servo, justificará a muitos e tomará sobre si as suas iniqüidades. Por isso lhe darei uma parte entre os grandes, e com poderosos ele partilhará os despojos; é que entregou sua vida à morte e se deixou contar entre os rebeldes, quando na realidade carregava o pecado de muitos e intercedia em favor dos rebeldes.

Ordem:

Jo 1, 35 – 51: No dia seguinte, João estava lá, de novo, com dois dos seus discípulos. Vendo Jesus caminhando, disse: “Eis o Cordeiro de Deus”! Os dois discípulos ouviram esta declaração de João e passaram a seguir Jesus. Jesus voltou-se para trás e, vendo que eles o seguiam, perguntou-lhes: “Que procurais?” Eles responderam: “Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras?” Ele respondeu: “Vinde e vede”! Foram, viram onde morava e permaneceram com ele aquele dia. Era por volta das quatro horas da tarde. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que tinham ouvido a declaração de João e seguido Jesus. Ele encontrou primeiro o próprio irmão, Simão, e lhe falou: “Encontramos o Cristo!” (que quer dizer Messias). Então, conduziu-o até Jesus, que lhe disse, olhando para ele: “Tu és Simão, filho de João. Tu te chamarás Cefas!” (que quer dizer Pedro).

“Vinde e vede”, assim disse Jesus aos homens que o seguiam. Hoje, também é feito este convite para aqueles que desejam conhecer Jesus. Ainda há muitos a preparar, para que levem a boa nova aos que desconhecem o Reino de Deus.

Então venha e veja o que Jesus tem para nós e seja feliz. Amém.

Jo 1, 43 – 51: No dia seguinte, ele decidiu partir para a Galiléia e encontrou Filipe, Jesus disse a este: “Segue-me”! (Filipe era de Betsaida, a cidade de André e de Pedro.) Filipe encontrou-se com Natanael e disse-lhe: “Encontramos Jesus, o filho de José, de Nazaré, aquele sobre quem escreveram Moisés, na Lei, bem como os Profetas”. Natanael perguntou: “De Nazaré pode sair algo de bom?” Filipe respondeu: “Vem e vê”! Jesus viu Natanael que vinha ao seu encontro e declarou a respeito dele: “Este é um verdadeiro israelita, no qual não há falsidade”! Natanael disse-lhe: “De onde me conheces?” Jesus respondeu: “Antes que Filipe te chamasse, quando estavas debaixo da figueira, eu te vi”. Natanael exclamou: “Rabi, tu és o Filho de Deus, tu és o Rei de Israel!” Jesus lhe respondeu: “Estás crendo só porque falei que te vi debaixo da figueira? Verás coisas maiores que estas”. E disse-lhe ainda: “Em verdade, em verdade, vos digo: vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem!”

Hoje, Jesus não precisa provar que Ele é o Filho de Deus. Ele está presente em nossas vidas o tempo todo, basta apenas abrirmos nosso coração para a sua Palavra, vivermos seu amor, para que cheguemos ao Pai, obtendo assim a vida eterna.

Não devemos crer que Jesus é o Filho de Deus, só pelos seus feitos e sim por sua palavra, que é a Palavra de Deus. A Palavra que dá a vida.

Jo 2, 1 – 12: Bodas de Caná

Jesus mesmo dizendo a Mãe que ainda não era chegada a sua hora, faz o seu primeiro milagre, dando assim início dos sinais para que cressem que Ele era o Messias.

Ainda hoje queremos ver milagres para crer que Jesus é realmente o Messias. Os corações ainda hoje estão endurecidos para a Palavra de Deus, encarnada no meio de nós e agora presente em Espírito.

Jo 2, 16 – 17: e aos vendedores de pombas disse: “Tirai daqui essas coisas. Não façais da casa de meu Pai um mercado”! Os discípulos se recordaram do que está escrito: “O zelo por tua casa me há de devotar”.

Não se deve comercializar a palavra de Deus, sua casa, a Igreja. Ele confiou tudo isso a nós, mas não veio de nós e sim Dele para nos libertar, nos salvar, nos dar a vida eterna.

Ai daquele que usar tudo isso para benefício próprio; com certeza será julgado segundo suas obras.

Jo 3, 3 – 8: Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo: se alguém não nascer do alto, não poderá ver o Reino de Deus!” Nicodemos perguntou: “Como pode alguém nascer, se já é velho? Ele poderá entrar uma segunda vez no ventre de sua mãe para nascer?” Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo: se alguém não nascer da água e do Espírito, não poderá entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne; o que nasceu do Espírito é espírito. Não te admires do que eu te disse: É necessário para vós nascer do alto. O vento sopra onde quer e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim é também todo aquele que nasceu do Espírito”.

Jesus encarnou no meio de nós, para nos libertar do pecado, anunciando seu Reino. Nem todos viram a Luz, pois estavam envolvidos em suas trevas.

Jesus, enviado ao mundo, é a palavra da verdade que nos liberta, é a fonte de água viva que abre nossos olhos e nos encaminha para a direção de sua Luz, mas para isso temos que abrir nossos corações para a sua palavra e com isso renascermos para uma vida nova. Ele se humilhou por nós para que pudéssemos ser livres, por isso precisamos ser humildes e aceitar essa verdade, esse sacrifício, esse ato de amor e entender de uma vez por todas que sem Ele, nada somos.

Olhe para cruz e diga se isso não é um verdadeiro ato de amor, pois é por ela que fomos libertados.

Promessa:

Jo 3, 16: Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho único, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.

Jo 3, 18: Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho único de Deus.

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Jo 3, 26 – 30: Surgiu então, da parte dos discípulos de João, uma discussão com um judeu, a respeito da purificação. Eles foram falar com João: “Mestre, aquele que estava contigo do outro lado do Jordão, e de quem tu deste testemunho, está batizando, e todos vão a ele”. João respondeu: “Ninguém pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu. Vós mesmos sois testemunhas daquilo que eu disse: ‘Eu não sou o Cristo, mas fui enviado à sua frente’. Quem recebe a noiva é o noivo, mas o amigo do noivo, que está presente e o escuta, enche-se de alegria, quando ouve a voz do noivo. Esta é a minha alegria, e ela ficou completa. É necessário que ele cresça, e eu diminua”.

Nossa missão é quase parecida com a de João Batista. Somos cristãos, por isso assumimos a missão de discípulos e apóstolos, que é levar Jesus para aqueles que não o conhecem. Deus escolhe pessoas para a missão e lhe dá os dons necessários para o trabalho, mas como João, temos que nos tornar pequenos, para merecermos ser grandes junto do Pai e dar de graça aquilo que recebemos de graça.

Jo 3, 31 – 36: Aquele que vem do alto está acima de todos. Quem é da terra, pertence à terra e fala coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos. Ele dá testemunho do que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. De fato, aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, pois ele dá o espírito sem medida. O Pai ama o Filho e entregou tudo em suas mãos. Aquele que crê no Filho tem a vida eterna. Aquele, porém, que se recusa a crer no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele.

Só quem veio do Pai pode dar testemunho Dele. Jesus veio do alto, por isso, Ele é o Senhor de todos. Seu testemunho é verdadeiro e nos confirma que Deus é verdadeiro, não ouvi-lo é não aceitar a Deus. Jesus não veio para falar de si mesmo, mas sim Daquele que tudo criou que tudo é. A trindade aqui é revelada – o Pai que enviou o Filho e lhe deu o Espírito sem medida. O amor do pai pelo Filho, mostra-nos o amor do Pai por nós e o Filho também nos ama como o Pai e nos concede a vida eterna. Recusá-lo é perder a oportunidade de ter a vida, não esta vida terrena, mas a vida do alto, a vida na presença eterna de Deus Pai.

Jo 4, 1 – 42: Jesus e a samaritana

Jo 4, 10: Água viva para a samaritana significa a água que corre da fonte. Para Jesus é a verdade e a graça, que Ele, o Messias (Jo 4,16), dará aos que Nele crerem (Jo7, 37s; Ap21, 6; 22, 17).

Desta fonte quero beber,

E dela me saciar!

Que toda palavra que vem do Senhor

Inebrie-me e que minha fé não vacile.

Dê-me Senhor as devidas graças para

Que não deixe de beber de sua Fonte.

Promessa:

Jo 4, 13s: Jesus respondeu: “Quem bebe dessa água tornará a ter sede (água do poço); mas quem beber da água que eu lhe der(sua Palavra) jamais terá sede. A água que eu lhe der será nele uma fonte que jorra para a vida eterna”.

Ordem:

Jo 4, 24: “Deus é Espírito, e quem o adora deve adorá-lo em espírito e verdade”.

Princípio Eterno:

Jo 4, 24: Deus é Espírito.

Mensagem de Deus:

Jo 4, 39 – 40: Muitos samaritanos dessa cidade acreditaram em Jesus, por causa do testemunho que a mulher tinha dado. “Ele me disse tudo o que eu fiz”. Os samaritanos então foram ao encontro de Jesus e lhe pediram que ficasse com eles. E Jesus ficou aí dois dias.

Que possamos acolher as palavras de Jesus em nossos corações, porém não devemos guardá-las como bem nosso e sim levar a outras pessoas para que também bebam dessa água viva. A samaritana recebeu, acolheu a palavra, a guardou em seu coração e feliz foi anunciar Jesus aos outros. Sejamos assim também!

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Jo 4, 41 – 42: Muitos outros ainda creram por causa da palavra dele, e até disseram à mulher: “Já não é por causa daquilo que contaste que cremos, pois nós mesmos ouvimos e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo”.

Hoje já não temos a presença física de Jesus no nosso meio para dizermos o mesmo que os samaritanos. Temos a Bíblia, o Novo Testamento, que é a presença real de Jesus em nosso meio. Assim diz São Paulo em 2Tim 3, 15 – 17: Desde criança conheces as Escrituras Sagradas. Elas têm o poder de te comunicar a sabedoria que conduz à salvação pela fé no Cristo Jesus. Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir, para educar conforme a justiça. Assim, a pessoa que é de Deus estará capacitada e bem preparada para toda boa obra. Temos também o Magistério da Igreja e a tradição que foi passada pelos cristãos ao longo da História.

Podemos, hoje, também dizer com toda certeza que realmente Jesus é o Salvador do mundo. Creia nisto e verá quão grande é o poder de Deus em sua vida e como é grande seu amor. Amém!

Jo 4, 43 – 54: A cura do filho do oficial.

Crer na Palavra de Jesus e não crer somente em sinais! Através desta Palavra alcançamos algo maior que é a salvação. Salvação essa que é dom de Deus para todos aqueles que se abrem e respondem a esse dom. Quando procuramos um Jesus de sinais, mágico e milagreiro deixamos de ver sua verdadeira face e quando não vemos resultados achamos que Ele é falso e acabamos procurando sinais em lugares onde não está a Verdade.

Ordem:

Jo 5, 5 - 9: Encontrava-se ali um homem enfermo havia trinta e oito anos. Jesus o viu ali deitado e, sabendo que estava assim desde muito tempo, perguntou-lhe: “Queres ficar curado?” O enfermo respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me leve à piscina, quando a água se movimenta. Quando estou chegando, outro entra na minha frente”. Jesus lhe disse: “Levanta-te, pega a tua maca e anda”. No mesmo instante, o homem ficou curado, pegou sua maca e começou a andar.

Às vezes nos sentimos desamparados e sem esperança, porém quando conhecemos Jesus, deixamos de estar sós, abatidos e desanimados. Começamos a ver que não estamos mais impotentes, temos a sua Palavra, sua vida, seu amor e agora nós temos que fazer acontecer.

Jo 5, 14: Mais tarde, Jesus encontrou o homem no templo e lhe disse: “Olha. Estás curado. Não peques mais, para que não te aconteça coisa pior”.

Jesus nos dá a vida e a liberdade, mas para isso temos que fazer nossa parte. Se, estamos paralíticos, Ele nos cura, porém se insistimos em continuar errando e nos afastando da Verdade com certeza estaremos sujeito a coisas piores do que a paralisia.

Jo 5, 15 -18: O homem saiu e contou aos judeus que tinha sido Jesus quem o havia curado. Por isso, os judeus começaram a perseguir Jesus, porque fazia tais coisas em dia de sábado. Jesus, porém deu-lhes esta resposta: “Meu Pai trabalha sempre, e eu também trabalho”. Por isso, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, pois, além de violar o sábado, chamava a Deus de Pai, fazendo-se assim igual a Deus.

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A obra de Deus não pode parar. Jesus não parou. Também nós, devemos estar sempre em atividade para aprender e levar os ensinamentos de Jesus para as pessoas, ou seja, EVANGELIZAR.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Papa diz que a Bíblia permanece um livro vivo com o povo

Inicia-se neste mês de setembro o Mês da Bíblia, sendo celebrado em praticamente todo o mundo. Há, cada vez mais, uma busca pela implantação da Pastoral Bíblica. Para o Papa Bento XXI (foto), é indispensável uma pastoral robusta e crível da Sagrada Escritura. Para o Prof. Itamar de Souza, a Pastoral Bíblica é a mãe de todas as pastorais. Na Arquidiocese de Natal, há várias iniciativas de estudos da Palavra de Deus. Em Mirassol, o Mons. Lucas criou a Escola Bíblica “São Jerônimo”. No Convento Santo Antônio, há um curso bíblico para leigos, com aulas uma vez por semana. Em Pirangi, o Pe. Alfredo e o Prof. Itamar publicam o jornal Correio da Bíblia, uma vez por ano, sempre no mês de setembro. Nas paróquias, os padres motivam os fiéis para realizarem encontros, nas comunidades, na tentativa de criar o hábito da leitura da Bíblia.

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A Sagrada Escritura

Disse o PAI:

‭“‬Virão dias‭ – ‬oráculo do Senhor Javé‭ – ‬em que enviarei fome sobre a terra,

     não uma fome de pão,‭ ‬nem uma sede de água,

          mas fome e sede de ouvir a Palavra do Senhor.

               Andarão errantes de um mar a outro,

                   vaguearão do norte ao oriente,

                   correrão por toda parte buscando a Palavra do Senhor...

                             e não a encontrarão‭”‬(Am‭ ‬8,11-12‭)‬.

TAMBÉM NÓS TEMOS FOME E SEDE,‭ ‬SENHOR, E É POR CAUSA DESSA FOME QUE BUSCAMOS EM TUA SANTA PALAVRA OS SINAIS DOS TEMPOS, CONFORME A TUA SANTÍSSIMA VONTADE.

      Amém!‬                                              

Glória ao Pai,  Glória ao Filho,‭ ‬Glória ao Espírito Santo‭!

                            Como era no princípio,‭ ‬agora e sempre.‭ ‬                                                                                                            Amém‭!

A PALAVRA DE DEUS

“Toda a Escritura divinamente inspirada é útil para ensinar, para repreender, para corrigir, para formar na justiça” (2Tim. 3,16).
Na condescendência da sua bondade, Deus, para revelar-se aos homens, fala-lhes em palavras humanas. Com efeito, as palavras de Deus, expressas por línguas humanas, se fizeram semelhantes à linguagem humana, tal como outrora o Verbo do Pai Eterno, havendo assumido a carne da fraqueza humana, se fez semelhante aos homens (Catecismo da Igreja Católica 101).

A Sagrada Escritura e a Sagrada Tradição constituem um só depósito sagrado da Palavra de Deus, confiado à Igreja; aderindo a este, todo o povo santo persevera unido aos seus pastores na doutrina e na comunhão dos apóstolos, na fração do pão e nas orações (cf. At 8,42 gr.), de tal modo que na conservação, atuação e profissão da fé transmitida haja uma singular colaboração dos pastores e dos fiéis.

Porém, o múnus de interpretar autenticamente a Palavra de Deus escrita ou contida na Tradição, foi confiado só ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade é exercida em nome de Jesus Cristo. Este Magistério não está acima da Palavra de Deus, mas está a seu serviço, não ensinando senão o que foi transmitido, enquanto, por mandado divino e com assistência do Espírito Santo, a ouve piamente, guarda santamente e expõe fielmente, haurindo deste único depósito da fé todas as coisas que propõe à fé como divinamente reveladas.

É claro, portanto, que a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Sagrado Magistério da Igreja, segundo o sapientíssimo plano da Deus, de tal maneira se relacionam e se associam que um sem os outros não se mantém, e todos juntos, cada um a seu modo sob a ação do mesmo Espírito Santo, colaboram eficazmente para a salvação das almas.

(Constituição Dogmática Dei Verbum, nº10)

As Sagradas Escrituras

Através de todas as palavras da Sagrada Escritura, Deus pronuncia uma só Palavra, seu Verbo único, no qual se expressa por inteiro. Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra incessantemente seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela é realmente: a Palavra de Deus. Com efeito, nos Livros Sagrados, o Pai que está nos céus vem carinhosamente ao encontro de seus filhos e com eles fala (Catecismo da Igreja Católica 102, 104).

       São Jerônimo

"Ama a Bíblia e a sabedoria te amará. Ama-a e ela te guardará. Honra-a e ela te abraçará". "O Evangelho é o Corpo de Jesus e as Santas Escrituras são sua doutrina. Sem dúvida, a frase: 'Aquele que come a minha Carne e bebe o meu Sangue" concerne o mistério eucarístico. Mas o verdadeiro Corpo de Cristo e seu verdadeiro Sangue são também as palavras das Escrituras, isto é, sua divina doutrina. Se uma parcela de hóstia vem a cair no chão, ficamos profundamente transtornados! Se enquanto ouvimos a Palavra de Deus, que é o Corpo e o Sangue de Cristo, pensamos em outra coisa, que irresponsáveis seremos! A Carne do Senhor, sendo o verdadeiro alimento e seu Sangue, a verdadeira bebida nesta vida presente, nosso verdadeiro bem é, então, comer a Sua Carne e beber o Seu Sangue não somente no mistério eucarístico, mas também na leitura das Escrituras".

"Ignorar as Escrituras é ignorar o próprio Cristo" (Prefácio ao Comentário sobre Isaías).

PALAVRA PARA A FELICIDADE SALMO 25, 1 - 5 Mostra-me teus caminhos 1 (De Davi) A ti, Senhor, elevo a minha alma, 2 meu Deus, em ti m...